segunda-feira, 19 de outubro de 2009


DOAR SEM OLHA A QUEM

domingo, 18 de outubro de 2009

Tudo sobre tipos de Transplantes




Autogênico
Quando o doador e o receptor são a mesma pessoa, ou seja, as "stem cells" do paciente são coletadas e conservadas ( 4oc, congeladas ou criopreservadas) e posteriormente às altas doses de radio/quimioterapia são re-infundidas no próprio paciente


Alogênico

Quando o doador e receptor são pessoas diferentes. O doador deve ser compatível (a partir da tipagem do antígeno de histocompatibilidade = HLA) ao receptor, podendo ser consangüíneo (geralmente irmãos ) ou não consangüíneos (através de bancos de medula)


O que é transplante de Medula Òssea




O uso da medula óssea como forma de tratamento já oriunda de 1891 quando foi administrada por via oral no tratamento de leucemia por Brown-Sequard e D’Arsonaval. A partir das tragédias nucleares de New Mexico (EUA) e de Hiroshima (Japão) em 1945, os estudos se impulsionaram e conjuntamente com o esclarecimento do sistema HLA em 1964 por Dausset permitiram que em 1972 Thomas e colaboradores realizassem, com sucesso, o primeiro TMO alogênico em um paciente portador de anemia aplástica grave .

O conceito básico deste tratamento é que a partir de um doador coletamos as células progenitoras (stem cells) capazes de constituir a medula óssea e infundimos no receptor (paciente) após preparo adequado com o chamado regime de condicionamento. O regime de condicionamento é caracterizado por altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia que variam dependendo da doença de base, e tem como objetivos :

Efeito imunossupressor, permitindo com que as células progenitoras se alojem sem serem destruídas pelo sistema imunológico do receptor
Efeito tumoricida, que em doenças oncológicas e onco-hematológicas levam a destruição de células tumorais
Baixa toxicidade
FONTE DE TODAS AS INFORMAÇÕES ACIMA
http://br.geocities.com/tmobahia/page1.html


Perguntas e Respostas


O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças benignas ou malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.
O transplante pode ser autólogo, quando as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quando é necessário o transplante?

Em doenças do sangue como a Anemia Aplásica Severa e em alguns tipos de leucemias, dependendo do subtipo, idade, e resposta a quimioterapia inicial. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode estar indicado.

Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um exame clínico para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação de medula óssea classicamente é feita por meio de um procedimento, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções com agulhas, nos ossos posteriores da bacia sendo retirado o produto através de aspiração. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10% do seu peso, de 10 a 15 ml/kg de peso do receptor. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde do doador.
A retirada das células progenitoras pode ser realizada também através de leucaférese, conforme explicado no parágrafo acima.

Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que reduz drasticamente a produção normal de sangue, o paciente recebe as células progenitoras transfundidas para a corrente sangüínea.
As células progenitoras, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea e voltam a se proliferar.
Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e ou hemorragias. Por esta razão, deve ser mantido preferencialmente internado e em regime de isolamento. Cuidados com a dieta e higiene são necessários. Apesar dos cuidados as infecções são quase sempre presentes no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.

Quais os riscos para o paciente?

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estádio da doença diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas.
Os principais riscos logo após o transplante, estão relacionados às infecções e às drogas quimioterápicas utilizados no condicionamento pré-transplante. Nos transplantes alogênicos, com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova "memória" e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer órgãos e tecidos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença do enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada, na maioria dos casos com medicamentos adequados

Quais os riscos para o doador?

No transplante convencional onde há aspiração da medula óssea, é um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia geral, sendo retirada do doador a quantidade de células progenitoras da medula óssea em um volume necessário ao paciente: 10 a 15 ml/kg. Esse procedimento tem duração de aproximadamente 90 minutos e consiste de punções na região pélvica posterior para aspiração da medula. Dentro de duas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada avalia as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
Na coleta de célula progenitora do sangue periférico, os riscos estão associados à utilização de fator de crescimento (G-CSF) e ao procedimento aferético. Em relação ao uso de G-CSF pode haver dor óssea, febre baixa e em casos raros aumento do fígado e baço. Em relação ao procedimento aferético deve haver controle rigoroso clínico e metabólico durante o procedimento, seguido durante todo o tempo pelo médico.

O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula alôgenico é necessário que haja compatibilidade entre doador e receptor. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossomo 6. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade.
A probabilidade de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%. A probabilidade entre o paciente e o pai ou a mãe é inferior a 5%.
Devido a grande miscigenação de raça no Brasil, a probabilidade do encontro de um doador em bancos de medula estima-se que seja 1/300.000 em doadores brasileiros, e esse número é muito inferior nos bancos de medula óssea internacionais.

O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou geralmente um dos pais), a solução é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc) semelhantes. Embora, no caso do Brasil, a mistura de raças dificulte a localização de doadores ou registros internacionais, é possível encontrá-los em outros países. Desta forma surgiram os primeiros Bancos de Doadores de Medula, em que voluntários de todo o mundo colhem sangue,fazem o teste de compatibilidade e são cadastrados no banco de medula. Quando encontrados os doadores são consultados e se estiverem aptos e de acordo, colhem as células progenitoras, essas células são remetidas ao centro cadastrado que fará o transplante do paciente. Hoje, já existem mais de 5 milhões de doadores. O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) coordena a pesquisa de doadores nos bancos brasileiros e estrangeiros. O centro que trata o paciente, o inscreve o seu paciente no REREME, e a partir daí a busca se dá periodicamente até o encontro de doador compatível.

Coleta Cordão Umbilical




No parto, após o nascimento da criança ocorre a saída da placenta, que é levada ao laboratório. Um vaso específico da placenta é então puncionado e o sangue de cordão é coletado
OBS: TODAS AS INFORMAÇOES ACIMA SOBRE A COLETA E FOTOS FORAM RETIRADAS
http://br.geocities.com/tmobahia/page10.html
O que é o sangue de cordão umbilical e placentário?

É o sangue que circula pelo cordão umbilical e pela placenta. Ele também é chamado de SCUP ( “Sangue de Cordão Umbilical e Placentário”).
Este sangue passou a ter muita importância porque pesquisadores descobriram nele um grande número de células “tronco” hematopoéticas – células importantes para os transplantes.

Como é feita a doação?

Após o nascimento, o cordão umbilical é pinçado e cortado, interrompendo a ligação entre bebê e a placenta.
A quantidade de sangue ( de 70 a 100ml) que permanece no cordão e na placenta é drenada e transferida para um banco de sangue de cordão umbilical, onde será congelada e armazenada.
Estas células podem permanecer armazenadas por vários anos e ficam disponíveis para serem transplantadas.
Este processo não causa danos para a mãe e para o bebê e só pode ser feito com a autorização da mãe.

Quem pode ser beneficiado pela doação?

Todos os pacientes que precisam de um transplante de medula óssea e que não apresentam doador familiar compatível.

Quais são os tipos de doação possíveis no programa do INCA?

São dois tipos de doação:


1. Doação voluntária para o Banco, cujas células ficarão disponíveis para qualquer pessoa que necessite.

2. Doação para um irmão que comprovadamente apresente doença com indicação de um transplante e medula óssea.

Estes tipos de doação não possuem custos para a família e devem ser realizados através de consulta / agendamento direto com o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do INCA ( tel: 21- 2506-6390).

Como posso doar o sangue do cordão Umbilical do meu bebê?

Para atender ãs mães que querem doar voluntariamente o sangue do cordão do bebê, o Instituto Nacional do Câncer firmou convênio com esta maternidade, onde uma equipe com enfermeiros fica disponível para realizar coletas.
Embora estejam em desenvolvimento vários programas semelhantes em todo o Brasil, a necessidade de armazenamento de sangue de cordão umbilical é grande. O Banco de Sangue de Cordão Umbilical do INCA tem capacidade para armazenar 4 mil amostras.

Alguém ficará sabendo da minha doação?

Não. A doação voluntária é confidencial e nenhuma troca de informações é permitida entre o doador ( a mãe do bebê ) e quem recebe a doação.

Como os pacientes podem receber a Doação?

Os pacientes com indicação para transplante deverão ser cadastrados, pelo Registro de Doadores de Medula Óssea ( REDOME ), de acordo com suas características ( HLA) . Haverá, então, um cruzamento de informações entre o REDOME e o Banco de Sangue de Cordão Umbilical, a fim de identificar
um doador compatível entre as unidades armazenadas. O processo de transplante é semelhante ao utilizado para medula óssea, ou seja, o paciente recebe as células “tronco”, através de uma transfusão.

O que é o sangue de cordão umbilical e placentário (SCUP)?

Devido às dificuldades de se encontrar doadores de medula óssea, busca-se fontes alternativas de células progenitoras. Pesquisas demonstraram que, durante a gestação,
O sangue de cordão umbilical é uma fonte rica de células progenitoras. Após o parto, o sangue que permanece no cordão umbilical e na placenta, contendo células progenitoras é geralmente descartado. A partir dessa descoberta, as células progenitoras obtidas do sangue de cordão umbilical vêm sendo utilizadas em modelos terapêuticos onde é indicado o transplante de medula óssea.

Qual a principal utilização do sangue de cordão umbilical?

O uso terapêutico comprovado é a reconstituição de células do sangue, substituindo a medula óssea nos pacientes que não têm doador.

Como é feita a coleta de sangue de cordão umbilical?

A doação do sangue do cordão umbilical não começa na coleta. Ela passa por várias etapas:

1 - Triagem: as mães dispostas a doar passam por uma triagem desde o pré-natal. São excluídas aquelas que apresentarem doenças genéticas e histórico de neoplasia, entre outros, e aquelas que tenham deixado de realizar pelo menos duas consultas no pré-natal.

2 - Coleta: passada a triagem, o sangue do cordão é coletado tanto em partos naturais quanto em cesáreas. A coleta é acompanhada por três formulários: um relatório do histórico clínico materno e familiar, um histórico do parto do recém-nascido e um termo de consentimento livre e esclarecido, que regulariza a doação do material. Também é retirada uma amostra de sangue materno para a triagem sorológica de doenças como hepatites e Aids.

3 - Análise: o material coletado é acondicionado sob refrigeração. Depois, passar por uma contagem do número de células e de volume. Se esses números forem baixos, a unidade coletada é desprezada. Caso apresente um número adequado de células tronco, a unidade é processada e armazenada em local próprio.

4 - Consulta com a mãe e o bebê: há uma consulta com a mãe, de dois a seis meses após o nascimento, para novos exames de sangue e observação do estado geral do bebê. Caso tenha ocorrido alguma anormalidade, a unidade de células tronco é descartada. Só após esses exames a unidade tem sua tipagem realizada e disponibilizada no registro de doadores.

Quais são os procedimentos necessários para a doação?

Podem doar mães com menos de 36 anos, cujo bebê venha a nascer com idade gestacional maior de 35 semanas e peso maior que 2 kg. Algumas exigências devem ser cumpridas antes da coleta, similares às requeridas para doação de sangue. Antes do parto, a mãe deverá passar por uma triagem clínica (entrevista). Segundo a legislação brasileira, entre 60 e 180 dias após o parto, a mãe deverá retornar ao banco de sangue para uma nova entrevista e coleta de sangue para a realização dos testes laboratoriais.

O que garante a qualidade do material armazenado?

O sangue do cordão umbilical passa por vários testes e é armazenado em locais específicos até a liberação final, após o retorno da mãe para a coleta de nova amostra de sangue.

Que paciente pode ser tratado com esse tipo de célula tronco?

O número de células tronco que vem do cordão e da placenta é geralmente insuficiente para transplantar pessoas adultas. Portanto, crianças e adultos de tamanho pequeno ou médio (até 50 kg) podem receber as células progenitoras provenientes de cordão umbilical. Para adultos, uma bolsa de sangue não basta. Se houver mais de uma compatível e número de células suficiente, é possível realizar o transplante dessas células progenitoras em adultos.

FORMAS DE COLETAS





Coleta feita pela Veia

AFERESE
A coleta pela veia é realizada pela máquina de aférese. O doador recebe um medicamento por 5 dias que estimula a multiplicação das células- mãe. Essas células migram da medula para as veias e são filtradas. O processo de filtração dura em média 4 horas, até que se obtenha o número adequado de células. O efeito colateral mais frequente deste procedimento é devido ao uso do medicamento ,que em alguns doadores pode dar dor no corpo, como uma gripe.É necessária a avaliação pela enfermagem do acesso venoso periférico do doador.
Os riscos para o doador são praticamente inexistentes. Até hoje não há nenhum relato de nenhum acidente grave devido a esse procedimento. No caso da punção diretamente dos ossos da bacia, os doadores de medula óssea costumam relatar um pouco de dor no local da punção.
O médico vai informar sobre qual a melhor forma de coleta de células. Dependendo da doença e da fase em que se encontra, o paciente pode se beneficiar mais com uma forma de doação.
O transplante só será realizado quando o paciente estiver pronto para recebê-lo, esta resolução cabe ao médico que está acompanhando o paciente.
O doador por possuir uma medula sadia e bom estado de saúde, reconstituirá o que doou rapidamente e poderá voltar às atividades normais. Em casos especiais e raros, como compatibilidade com outra pessoa, o doador poderá doar novamente a medula óssea.

Coleta direta da Medula Ossea

é realizada com agulha especial e seringa na região da bacia . Retira-se uma quantidade de medula (tutano do osso) equivalente à uma bolsa de sangue. Para que o doador não sinta dor, é realizada anestesia e o procedimento dura em média 60 minutos. A sensação do doador é de média intensidade e permanece em média por uma semana (2 a 14 dias), semelhante a uma queda ou uma injeção oleosa. Não fica cicatriz, apenas a marca de 3 a 5 furos de agulhas. É importante destacar que não é uma cirurgia, ou seja, não há corte, nem pontos. O doador fica em observação por um dia e pode retornar para sua casa no dia seguinte.

Doador em decubito ventral (de bruços) sob anestesia. Observa-se agulha de Jemishid sendo implantada na espinha ilíaca postero superior. (bacia). Posteriormente a retirada do mandril, conecta-se à agulha a seringa. Realizada aspiração de 5 mls de medula óssea por punção, até retirada de volume adequado. (10 a 15 ml/kg de peso
OBS: TODAS AS INFORMAÇOES ACIMA SOBRE A COLETA E FOTOS FORAM RETIRADAS
http://br.geocities.com/tmobahia/page10.html

Como é feita a doação de medula óssea


">Após a confirmação da compatibilidade entre o doador e receptor e confirmada a decisão sobre a doação , o resultado é encaminhado ao centro transplantador , e é lançada a possível data do transplante. Confirmada a data, o centro que coletará a medula do doador desencadeará a realização dos exames clínicos, laboratoriais e de imagens do doador, ou seja, a realização do work up do doador.



O potencial doador deve ser avaliado com exame físico e testes laboratorias, a fim de garantir a segurança do receptor, evitando transmissão de doenças, bem como a segurança do próprio doador.

Essa avaliação deve considerar idade, sexo, doenças crônicas, avaliação das funções hepáticas e renal, tipagem ABO e HLA, sorologias, vacinações recentes, teste de gravidez, radiografia de tórax, eletrocardiograma e avaliação psiquiátrica.

Existem duas formas de doar as células progenitoras ou células-mãe da medula óssea. Uma relacionada à coleta das células diretamente de dentro da medula óssea (nos ossos da bacia) e a outra por filtração de células-mãe que passam pelas veias (aférese).

1) A coleta direta da medula óssea é realizada com agulha especial e seringa na região da bacia . Retira-se uma quantidade de medula (tutano do osso) equivalente à uma bolsa de sangue. Para que o doador não sinta dor, é realizada anestesia e o procedimento dura em média 60 minutos. A sensação do doador é de média intensidade e permanece em média por uma semana (2 a 14 dias), semelhante a uma queda ou uma injeção oleosa. Não fica cicatriz, apenas a marca de 3 a 5 furos de agulhas. É importante destacar que não é uma cirurgia, ou seja, não há corte, nem pontos. O doador fica em observação por um dia e pode retornar para sua casa no dia seguinte.

PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA SE CADASTRAR COMO DOADOR


Você precisa ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde;


Procure na sua cidade um hemocentro ou hemonúcleo autorizado e CADASTRE-SE !(Veja os endereços de onde se cadastrar como doador voluntário no Brasil, clicando aqui!)


O CADASTRO consiste no preenchimento de uma ficha de identificação e na COLETA de um simples exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem HLA);


Seus dados e sua tipagem HLA serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME);


Quando aparecer um paciente com a medula compatível com a sua, você será chamado;


Novos testes sanguíneos serão necessários para a confirmação da compatibilidade;


Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir a doação;


Seu atual estado de saúde será então avaliado.

COMUNIDADE OFICIAL NO ORKUT


CAMPANHA NACIONAL DE DOAÇÃO DE MEDULA OSSÉA
É MUITO IMPORTANTE
TEMOS QUE TER O MAIOR NUMERO DE PESSOAS CADRASTRADAS ASSIM AUMENTAMOS AS CHANCES DE QUEM PRECISA.
FAÇA SEU CADRASTRO,
PROCURE O LOCAL EM SUA CIDADE
SEJA UM DOADOR "VIVO"